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Domingo, 08.05.16

Conversas de café

Ontem meti-me nos copos.

Comecei logo de manhã a beber cerveja (duas minis), ao almoço, vinho branco e pela tarde fui bebendo cerveja.

Por volta das 17:30, já bêbado, parei num café onde já tinha estado na 2a Feira, mas de manhã. Café esse, com uma funcionária bem simpática. 

Entrei no tal café, onde só estava a dita funcionária e um homem que pagou e saiu. Pedi uma cerveja e ela perguntou-me se queria um cinzeiro.

Respondi:

- Não fumo, obrigado.

- Boa! - exclama ela

- Não faça essa festa toda. É verdade que não fumo, mas em contrapartida gosto de beber o meu copinho - respondo eu

- Deixe lá! Eu cá também gosto de beber a minha mini! 

- Então faço questão de lhe pagar uma!

- Olhe que eu aceito! - responde ela enquanto se ri.

- Por favor, beba. E ela abre uma cerveja e agradece.

- Lembra-se de eu ter estado aqui na 2a Feira?

- Sim, perfeitamente.

- Nesse dia cheguei a casa bêbado... 

- Eu de vez em quando também saio daqui já com um "grão na asa", não pense lá... Sabe... há pessoal que vem aqui e paga uma, e eu não me nego! Principalmente quando estou até às 9 da noite já tenho saído daqui tratada...

- Quero mais uma cerveja, por favor. E pode tirar outra para si.

- Obrigado, mas é melhor não... Já bebi quatro ou cinco, já chega. Trabalho aqui há 3 meses, já engordei 4 quilos... É da cerveja!

- Você é que sabe...

- E depois, às vezes, estou aqui muito tempo sozinha... e olhe... para me distraír, bebo uma mini...

- Então e essa passagem de ano? Perguntou eu para fazer conversa

- Cala-se... qual passagem de ano? Nem dei pela meia noite!!

- Então?

- Eu até tenho vergonha! Sempre vou beber a tal mini. - diz ela

- Força!

- No dia 31, a minha patroa disse-me: "Fechas isto às 6 e vais-te embora". E eu pensei: "fixe". Tinha combinado ir ali para o Chouto, para casa de uns amigos. Durante a tarde isto encheu-se de pessoal que não trabalhava nesse dia e foi a desgraça. Faziam brindes ao Ano Novo, tudo a pagar rodadas e queriam que eu bebesse também. Saí daqui eram quase 7 e nem sabia de que terra era. Fui a pé para casa - o que vale é que moro a mais ou menos um km daqui. Entrei em casa, fui directa para a cama... a minha mãe ainda lá foi ralhar comigo, mas viu logo que não valia a pena, porque eu aterrei em cima da cama e adormeci. Ela descalçou-me, não me conseguiu tirar a roupa... olhe, pôs-me dois cobertores por cima e assim fiquei até de manhã. Portanto, foi assim a minha passagem de ano. - riu-se

- No outro dia teve que a ouvir, não?

- Claro! Sabe, ela não gosta muito que eu trabalhe aqui. Ela apercebe-se que eu às vezes chego a casa com os copos e isso não lhe agrada... mas enfim, não arranjo outra coisa, tem que ser aqui. Deve estar a pensar que sou alguma bêbada, mas não é isso. É a tal coisa... não é fácil trabalhar aqui... chega um paga uma bebida, chega outro... e depois também é uma forma de passar o tempo... Bem... já estou a falar muito... é um sinal...

- De?

- Já não estou pura! Ah Ah Ah Ah

- Deixe lá... eu por esta andar chego outra vez bêbado a casa...

- Então alguém vai ralhar consigo, não?

- Provavelmente. - respondo

O café tinha uma lareira acesa. A rapariga diz:

- Vou buscar mais lenha que o lume está a ficar fraco.

- Boa idéia.

Entretanto ela volta e traz mais dois pedaços, põe na lareira e senta-se numa cadeira. Eu pergunto.

- Posso sentar-me ao pé do lume?

- Claro! Nem é preciso perguntar!

- Obrigado. Já agora tire mais duas bebidas. - digo eu com a minha voz já um pouco arrastada

- Sim. Estas ficam por minha conta. - diz ela

Ela vem senta-se na tal cadeira junto à lareira

- Não se importa que eu faça uma coisa? É tirar os sapatos...

- Claro! Esteja à vontade.

- Sabe... tenho os pés frios e queria aquece-los.

- Por favor, não há problema! Olhe, vou fazer o mesmo! E se vier alguém, volto a calçar-me.                                        O melhor era eu fachar já a porta. A esta hora já não deve vir mais ninguém.

Ela levanta-se, fecha a porta, senta-se e tira as botas. Tinha umas collants pretas, quase trasnparentes.

- Não quero que arranje algum problema. 

- Não! O único problema que vou arranjar é com a minha Mãe! 

- Vai chegar a casa tarde?

- Não é isso... Vou chegar a casa bêbada!! Tenho que entrar de fininho!

- Por falar em bebida, pode tirar mais duas cervejas?

- Sim! 

Levanto-me para ir ao wc e percebo o quanto estou bêbado.

Quando regresso e me sento, diz-me ela: -Estas botas matam-me! Mas gosto tanto delas... -Se quiser posso fazer-lhe uma massagem - respondo eu -Tá mesmo a falar a sério, ou é da bebedeira? - A sério... -Então faça, já tou por tudo! - e dá uma gargalhada

Alguns minutos depois, estou eu com a cervaja numa das mãos e a beijar e lamber-lhe os pés, junto à lareira.

Entretanto ela pergunta-me se não quero ir para uma sala interior do café, para estarmos mais à vontade. Digo que sim. Era uma sala com um sofá e algumas mesas e cadeiras.

Levantei-lhe a camisola e comecei a beijar-lhe as mamas. Ela desapertou-me as calças e começou a masturbar-me. Tirei-lhe as calças e voltei a beijar-lhe os pés! Tão bom!!

Começamos a foder... Ainda durou bastante, tendo em conta a bebedeira que eu tinha, que tinhamos. Ela não estava melhor que eu.

Descansámos uns minutos.

- Tenho tanta sede - diz ela

- Bebe da minha cerveja. 

A certa altura eu levanto-me e a cambalear começo-me a vestir

- Não me apetcia nada sair daqui - diz ela

- Estás bem? - pergunto

- Tou nas nuvens! Só não sei se é da bebedeira ou da foda! - E ri-se às gargalhadas

- Tenho que me ir embora. Olha... queria pagar as cervejas que bebemos.

- Que se fodam as cervejas! Eu não me lavanto daqui. - diz ela, deitada no sofá e com a voz bastante arrastada

- Vais arrefecer aí. 

- Quero lá saber!! Hoje vou nua pra casa. - diz ela enquanto se ri sem parar

 

                                      

 

 

 

 

 

 

 

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por nylonfeetlover às 18:26



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